terça-feira, 28 de março de 2017

Igreja distribui 300 mil refeições para refugiados no Oriente Médio



Em apenas dois dias, os membros de uma megaigreja evangélica da Flórida prepararam mais de 300 mil refeições que serão enviadas para os refugiados da guerra civil em curso na Síria. A maioria dessas pessoas são islâmicos que foram expulsos de suas casas por não aceitarem se juntar aos jihadistas que dominaram vastas porções do território sírio.
O evento “Make-a-Meal” [Faça uma refeição], promovido pela Christ Fellowship atraiu cerca de 12.500 membros, que se reuniram em oito lugares diferentes durante um final de semana inteiro.
O pastor Philip McCracken, diretor de Missões da igreja, disse ao The Christian Post que mais de 489 mil refeições foram preparadas. Enquanto 300.000 serão enviadas através da missão de ajuda humanitária World Help para campos de refugiados no Oriente Médio, o restante será distribuído para famílias pobres do sul da Flórida.

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McCracken garantiu que era um desejo antigo poder ajudar de alguma forma os refugiados do Iraque e da Síria, que ao receberem a comida ouvirão sobre o amor de Deus por elas. “Era algo que a nossa igreja gostaria de fazer, por isso criamos uma oportunidade de servir essas pessoas. Isso permite que os membros da igreja participem diretamente e quando olharem para o resultado final, possam dizer “Uau! Juntos, nós realmente causamos um grande impacto”.
O líder do ministério de missões da Christ Fellowship explica sua motivação. “Eu acho que essa é a maneira mais simples de viver nossa missão, que é amar os outros e ajudar os outros como Jesus fez”. O preparo e a embalagem dos alimentos observou normas que permitem que ele dure tempo suficiente para chegar até o seu destino. Tudo foi custeado com verba de missões, embora alguns fazendeiros locais que frequentam a igreja tenham trazido doações de alimentos.
Explicando o que motiva a igreja a essa iniciativa, ele disse: “Dar comida às pessoas necessitadas é mais que uma atividade do ministério. Essa é uma boa maneira de vivermos nossa missão de compartilhar o Evangelho”.
Esse é o terceiro ano em que a Christ Fellowship realiza o “Make-a-Meal”. Em 2016, milhares de refeições foram distribuídas para pessoas necessitadas do Níger, África. Em 2015, a igreja preparou comida para os desabrigados do Haiti.
Fonte: GospelPrime

Em meio à Reforma da Previdência, Jean Wyllys propõe aposentadoria especial para prostitutas



A Reforma da Previdência vem sendo debatida no Congresso Nacional em meio a inúmeras polêmicas, por conta da previsão de quase cinco décadas de contribuição para que o trabalhador tenha acesso ao benefício integral. E nesse cenário, O deputado Jean Wyllys propõe um regime especial para profissionais do sexo, já que atualmente essas pessoas teriam que contribuir como um profissional autônomo comum.
O deputado federal e ativista gay é autor do projeto de lei 4.211/12, apelidado de “lei Gabriela Leite” – uma ex-estudante de sociologia que adotou a prostituição como meio de vida aos 22 anos e faleceu em 2013 – que busca regulamentar a venda de sexo como profissão.
A ideia de aposentadoria especial para prostitutas e garotos de programa é defendida por Wyllys como forma de “garantir a dignidade” das pessoas que se sustentam com a chamada “profissão mais antiga do mundo”.
“Eu quero proteger os direitos delas, garantir a dignidade e combater a exploração sexual de crianças e adolescentes. Digo, ‘elas’, porque a maioria das pessoas que realizam trabalho sexual são do gênero feminino, mas o projeto também beneficia os garotos de programa”, disse Wyllys, segundo informações da Agência Brasil.
Para Jean Wyllys, a exploração sexual por parte de cafetões só “ocorre quando há apropriação total ou maior que 50% do rendimento da atividade sexual por terceiros”, dando a entender que a lei toleraria “parcerias” em que o proxeneta abocanha 49% ou menos.
+ Evangélicos fazem campanha contra projeto de Jean Wyllys para legalizar a prostituição
“O projeto busca fazer uma clara distinção entre o que é trabalho sexual voluntário – praticado por pessoas adultas – e a exploração sexual de adultos”, argumenta.“O profissional do sexo poderá prestar serviços como trabalhador autônomo ou em cooperativas, e as casas de prostituição são permitidas desde que não ocorra exploração sexual”, concluiu.
Cida Vieira, presidente da Associação de Prostitutas de Minas Gerais (APROSMIG), defende o projeto, e diz que, como qualquer outro profissional, a prostituta deve ter o direito de se aposentar e receber benefícios da Previdência Social.
Outra apoiadora da iniciativa é Marcela Azevedo, representante do movimento Mulheres em Luta, mas afirma que gostaria existisse a oferta de condições para que as mulheres não precisassem mais vender o corpo para sobreviver.
“Nós nos solidarizamos com as lutas dessas mulheres contra violência, exploração, por direito a se aposentar. Mas a gente acha que o caminho não é regulamentar, pelo contrário, é superar a prostituição. A alternativa é garantir as condições para que as mulheres que estão em situação de prostituição, não por opção mas por necessidade, que possam construir a sua vida em outra condição”, concluiu.

+ Deputado Jean Wyllys demonstra incômodo com denúncias do Gospel+

A jornalista Rachel Scherazade comentou o projeto de lei e criticou a iniciativa, afirmando que o deputado “ex-BBB romanceia a prostituição, como se ela fosse uma opção, como se a exploração sexual não fosse uma agressão e uma indignidade contra a mulher, sua alma, seu corpo”.
“Quantas escolheriam a difícil vida fácil, se tivessem outra alternativa? Sem estudos ou profissionalização, o que restará a essas mulheres senão o mais humilhante dos serviços? Razão dou à feminista Nalu Faria. Para ela, o projeto de Wyllys falseia e distorce a realidade da prostituição, e não passa de um meio de suprir a necessidade da indústria sexual, que utiliza o corpo das mulheres para faturar altos montantes”, criticou, em comentário para a rádio Jovem Pan.
Fonte: GospelMais

quinta-feira, 23 de março de 2017

Thalles pede perdão ao público: “quero assumir o meu erro”

"Hoje eu entendo que chegou um tempo [...] de pedir perdão às pessoas que ficaram magoadas por declarações que eu fiz", diz cantor.


O cantor e compositor mineiro Thalles promoveu, em sua página oficial no Facebook nesta quarta-feira (22), uma videoconferência. Na ocasião, ao lado de sua esposa e do violão, cantou músicas e fez um pronunciamento e um pedido de perdão ao público.
Na live stream, Thalles falou acerca das polêmicas ocorridas em 2015 que, de forma direta, prejudicaram sua carreira musical. Na época, o intérprete afirmou que o seu disco sucessor seria dedicado ao público não-religioso e que, diante ao status alcançado em seu trabalho artístico, não tinha mais como crescer como intérprete evangélico.
No entanto, o artista foi criticado pelo público e por outros intérpretes evangélicos pela forma que divulgou a novidade. O episódio, que chegou a ser conhecido popularmente como “acima da média“, chegou a ser comentado por cantores como Leonardo GonçalvesCassiane, Luiz Arcanjo, Vanilda Bordieri e outros.
Por isso, o artista decidiu, quase dois anos depois do ocorrido, apresentar um pedido de desculpas direto ao público pelo episódio. “E eu não quero me justificar. Eu quero assumir o meu erro diante de todas as pessoas. Assumir o meu erro diante de todos os meus irmãos cantores, às pessoas que eu falei todas aquelas bobagens”, afirmou o artista.
De acordo com Thalles, o episódio afetou também seu público. “Hoje eu entendo que chegou um tempo muito especial. Um tempo de pedir perdão às pessoas que ficaram magoadas porque, há um tempo atrás, um vídeo foi divulgado na internet de umas declarações que eu fiz. E machucou muita gente”.
“Hoje foi um dia muito importante pra mim porque… poxa, hoje eu pude falar com Anderson Freire, falei com André Valadão, falei com Fernandinho, falei com a Bruna Karla, eu chamei os meus irmãos e falei, pedi perdão a eles. Pedi perdão a alguns pastores e vou continuar fazendo isso. Mas eu não podia fazer isso sem vir publicamente gravar este vídeo”, completou o artista.
Thalles, no vídeo, também afirmou que, durante este período em que desempenhou funções de pastor da Renascer em Cristo e se apresentou em outros países do continente, passou por um processo pessoal para que conseguisse, enfim, pedir definitivamente perdão ao público pelo ocorrido. “Isso era um peso no meu coração, sabe?”, contou o compositor.
O músico chegou a comentar a polêmica em outras ocasiões, no entanto, sua principal tese de argumentação era de que tinha sido mal interpretado. Desta vez, Thalles encarou seu discurso, proferido em 2015, como uma “bobagem”. “Hoje é uma alegria tão grande de, talvez… É muito difícil de entender o que estou sentindo de vir aqui e gravar este vídeo de perdão. Um perdão para a Igreja de Jesus Cristo”, disse.
VIDEO ABAIXO
https://www.facebook.com/ThallesRobertoo/videos/1299709330078377/

Fonte: GospelPrime

segunda-feira, 20 de março de 2017

Goleiro Bruno: “Não existe pecadinho e pecadão. Tudo é pecado”

Convertido na cadeia, afirma que está arrependido e hoje é uma pessoa melhor


O goleiro Bruno Souza, 32 anos, está recomeçando sua carreira no Boa Esporte, time de Varginha, região sul de Minas Gerais. Após ficar preso por seis dos 22 anos a que foi condenado pela morte de Eliza Samudio, mãe do seu filho, desde o final de fevereiro aguarda em liberdade o recurso contra sua condenação ser julgado em segunda instância.
Entre as diversas entrevistas que deu nos últimos dias, falando ao canal ESPN, o ex-jogador do Flamengo falou sobre sua mudança de vida. Ele aceitou Jesus e se converteu na prisão, tendo se batizado nas águas em 2012.
Na época, os pastores Anderson e Aline Duarte, líderes da Igreja Evangélica Restaurando Vidas, contam que o goleiro mostrava resistência e desconfiança nos cultos. Contudo, o jogador sempre demonstrou que queria mudar de vida.
Em vários momentos da entrevista à ESPN, Bruno falou sobre Deus. “Não sou bandido. Cometi um erro. Grave? Grave. (…)Deus faz as coisas na hora certa, nunca me abandonou naquele lugar… Foi um choque para o Brasil inteiro, mas eu peço uma oportunidade de recomeçar a vida”, assevera.
Para ele é natural que volte a jogar agora que está fora da prisão. “Quando um pedreiro ou motorista saem, eles vão voltar para isso. A única coisa que eu sei fazer na vida é jogar futebol, por isso, não posso largar meu sonho. Peço oportunidade para as pessoas reverem, não vou parar, vou dar sequência à minha carreira, cara, eu vou, tenho coragem, o pior da minha eu passei”, afirmou.
Embora evite falar sobre o crime, cometido em 2010, disse que hoje é uma pessoa melhor. “O que passou, passou. “Você tem que se arrepender das coisas do passado e se tornar uma pessoa melhor. Não é porque você está no fundo do poço que tem que ficar lá, não. (…) É uma mancha que vou carregar para o resto da minha vida”. (…) A gente tem que falar de mais amor para as pessoas. Amor é Deus. Sei que Deus vai me colocar no lugar que tiver que colocar.”
Disse ainda que está preparado para críticas, mas tem na fé seu consolo. “O que importa para mim é o amor de Deus, pedi perdão a Deus, tive momento único com Deus”, insiste, sem dar detalhes.
Ao tentar mostrar que mereceria uma nova oportunidade no esporte, lembrou do caso envolvendo o ex-jogador Edmundo, que matou 3 pessoas num acidente de trânsito em 1995, mas continuou atuando nos gramados.
“Vou citar o caso de Edmundo, passou a carreira toda tentando superar, não sou a pessoa mais capacitada para julgar. É um cara que pego como exemplo. Dentro do estádio, vou ouvir muitas coisas? Vou, mas não estou comparando caso e caso. Não existe pecadinho e pecadão. Tudo é pecado”, sublinhou.

Eleições 2018: “João Doria será um ótimo presidente”, afirma pastor Silas Malafaia

As eleições presidenciais de 2018 ainda estão distantes no calendário e podem se transformar em grandes surpresas, dado o atual cenário político no Brasil, em que todos os principais nomes postulantes ao cargo estão envolvidos em algum escândalo de corrupção. A primeira surpresa já surgiu: Malafaia disse acreditar que João Doria (PSDB) seria um bom mandatário.
Essa surpresa se explica: o pastor Silas Malafaia vinha tecendo comentários elogiosos ao deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), enaltecendo a completa ausência de acusações de corrupção contra o político. E do outro lado, Bolsonaro já havia começado articular o apoio do pastor para sua candidatura.
Em uma entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Malafaia disse ver com bons olhos uma eventual candidatura do prefeito paulistano ao Planalto, mesmo que Doria já tenha dito reiteradas vezes que foi eleito para “prefeitar” a maior cidade do país.
“Se não descambar, Doria ia fazer um bem danado para o Brasil. Desconfio que ele será um ótimo presidente”, afirmou Malafaia, apostando que se for candidato, o prefeito tem reais chances de ser eleito, já que seu estilo de governo – ou gestão, como Doria prefere dizer – tem chamado atenção de todo o país.
A admiração de Malafaia por Doria é recente, mas enfática: em fevereiro o pastor usou o Twitter para explicitar isso: “Doria é um camarada inteligentíssimo, espero que ele não decepcione, tem tudo para, no futuro, alçar voos maiores”, escreveu à época no microblog.

+ João Doria visita igreja e conta seu testemunho de vida: “Nunca perca a esperança

Sobre a eventual candidatura de Bolsonaro, Malafaia acredita que falta maturidade ao deputado: Bolsonaro tem a favor a integridade, mas creio que há um caminho a seguir até se estruturar para ser um estadista”, pontuou.
As ligações entre Malafaia e Bolsonaro vão além da simpatia que ambos nutrem um pelo outro: em 2013, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) celebrou o terceiro casamento do deputado com uma fiel de sua denominação, Michelle.

2018

A Folha noticiou ainda que, com o senador Aécio Neves e o governador Geraldo Alckmin implicados, de formas diferentes, na Lava-Jato, há lideranças do PSDB que começam a olhar com simpatia para a possibilidade de lançar Doria candidato à presidência.
O jornal afirma que há “correntes que defendem a candidatura do prefeito de São Paulo ao Palácio do Planalto em 2018” por uma razão simples e objetiva: “Dizem que não se trata mais de afinidade, mas de escolher entre a chance de vitória e a certeza de uma derrota”, frisou a Folha.

sexta-feira, 17 de março de 2017

95% do público cristão não verá “A Bela e a Fera” por causa de cena gay

95% do público cristão não verá “A Bela e a Fera” por causa de cena gay


Uma pesquisa realizada pela Faith Driven Consumer (FDC), organização que monitora o comportamento do público religioso, revelou que a maioria das pessoas cuja fé influencia suas decisões estão menos propensas a ver o remake de “A Bela e a Fera” da Disney devido à inclusão de um personagem gay em um filme infantil.
A presença de uma cena homoafetiva entre o vilão Gaston e seu assistente LeFou foi uma decisão do diretor Bill Condon. Ela não faz parte do conto em que o filme se baseia nem na versão animada lançada em 1993.
Em entrevista recente, Condon disse que “era algo bom ter um momento exclusivamente gay em um filme da Disney”.

Segundo a pesquisa da FDC, divulgada pelo Christian Headlines, focada no público norte-americano, 95% dos cristãos que costumam ir ao cinema não se sentem à vontade para ver a nova produção da Disney por acreditarem que ela faz uma apologia ao estilo de vida gay.
O levantamento também revelou que 94% dos consumidores cristãos estão menos propensos a gastar seu dinheiro em alguma produção da Disney em geral, devido à inclusão deste personagem homossexual.
Os EUA não é o único lugar onde há boicotes, inclusive de cinemas. Por se tratar de um filme com censura livre, voltado para o público infantil, a Malásia o proibiu e por isso a Disney editou a versão para que o filme seja exibido por lá sem a cena polêmica.
Na Rússia, deputados pediram que o longa seja censurado pelo governo, uma vez que viola a lei que proíbe expor crianças a cenas com homossexualidade.
O filme estreia hoje (16) no Brasil, em sua versão original, sem cortes e com censura livre.  Algumas lideranças políticas – como o deputado Victório Galli – e religiosas – como o pastor Silas Malafaia – estão pedindo o boicote não só à produção, mas também a Disney.

Você não pode ouvir Deus falar com a Bíblia fechada, diz atriz Sadie Robertson, de Deus Não Está Morto 2

Você não pode ouvir Deus falar com a Bíblia fechada, diz atriz Sadie Robertson, de Deus Não Está Morto 2


O cinema cristão vem se consolidando como uma importante ferramenta de difusão de testemunhos e mensagens de encorajamento e transformação de vidas, e a atriz Sadie Robertson (Deus Não Está Morto 2), 19 anos, fez uma publicação incentivando as pessoas a lerem a Bíblia Sagrada para que estejam aptas a ouvir a voz de Deus.
A jovem atriz participou do filme Deus Não Está Morto 2 e também do longa-metragem chamado I’m Not Ashamed (“Eu Não Me Envergonho”, em tradução livre), que narra o testemunho de uma aluna cristã que morreu em um atentado terrorista a uma escola em Columbine, em 1999.

Fonte: GospelMais